QUADRO DE AVISOS
QUADRO DE AVISOS:
Neste fim de semana acontecerá a Plenária Estadual de Mulheres PT/SP, “Rosangela Rigo, presente!” O encontro faz parte de um calendário nacional, sendo a Etapa temática Mulheres Petistas em preparação para o V Congresso Nacional do PT. Promovido pela Secretaria Estadual de Mulheres do PT, o encontro acontecerá na Colônia de Férias do Sindicato dos Químicos SP, em Caraguatatuba, de 15 a 17 de Maio. Debates sobre políticas públicas para mulheres no Governo Dilma e incentivo à participação da mulher no legislativo , darão o tom do encontro.
A programação terá início dia 15/05, às 20:30. Todos os filiados e simpatizantes do Partido dos Trabalhadores, estão convidados a participar desse momento de abertura com a presença da conferencista Priscila Siqueira falando sobre o Tráfico Internacional de Mulheres e o litoral norte do estado de São Paulo. A programação terá encerramento no domingo, dia 17/05, às 13h e o público interessado terá a oportunidade de participar ainda da plenária sobre Políticas Públicas para Mulheres e os desafios para o PT (sábado a partir de 14h30m), que contará com a presença da Ministra da Secretaria Especial de Políticas para Mulheres, Eleonora Menicucci, além da Deputada Federal Ana Perugini, a Deputada Estadual Marcia Lia, Denise Mota Dau (Secretária de Política para Mulheres da cidade de São Paulo), Silmara Conchão (Secretária de Política para Mulheres de Santo André) e Marta Domingues (Secretaria Estadual de Mulheres do PT/SP).

*******VEJAM NOSSO MURAL DE FOTOS*******
DOCUMENTOS PT
segunda-feira, 29 de julho de 2013
Chapas e Teses inscritas para o PED 2013
terça-feira, 9 de julho de 2013
Dia 11: Libertar a rua do sequestro conservador
Organizações e lideranças progressistas não podem se omitir nas jornadas da próxima 5ª feira, dia 11.
Para além das justas reivindicações corporativas e setoriais, cabe-lhes repor a moldura da disputa política em curso no país.
Um ciclo de crescimento se esgota; outro terá que ser construído.
Não erguer pontes entre as demandas pontuais e a travessia de um tempo histórico pode ser fatal nesse momento.
O alarido das manifestações de junho não é a causa.
Mas adicionou consequências, e limites, à tentação de se adiar a pactuação das linhas de passagem que devem pavimentar o passo seguinte desenvolvimento.
Por linhas de passagem entenda-se a correlação de forças, as circunstancias objetivas, as metas, recursos e o escalonamento das prioridades.
Vivemos um aquecimento: 2014 será o pontapé oficial.
As jornadas do dia 11 não podem perder de vista a urgência de se organizar o time progressista.
O adversário conta com uma vantagem: o calendário mundial trabalha a seu favor.
A recuperação norte-americana apenas se esboça.
Mas já é precificada pelos gestores do dinheiro grosso, aqui e alhures.
Sinais positivos nos EUA ampliam as rotas de fuga para investidores e rentistas.
Vale dizer, reforçam o poder de chantagem contra Estados, governos, partidos, anseios e plataformas progressistas.
É o que evidencia o jogral da finança global.
O custo do desenvolvimento vai subir, avisam a ‘The Economist’, ‘Financial Times’ e assemelhados locais, enquanto pedem um pagamento antecipado em ‘reformas liberais’.
Editoriais e goelas demotucanas voltaram a pontificar intensamente. Será preciso subir ainda mais o juro aqui, para conter a inflação decorrente da valorização do dólar, e manter o diferencial atraente, quando o Fed elevar a taxa norte-americana.
O ambiente externo favorece a ladainha ortodoxa.
Atingidas pela desaceleração do apetite chinês, as receitas cambiais do país recuam, a exemplo do que ocorre em outros exportadores de matérias-primas.
Vulgarizadores do credo neoliberal celebram: com as multidões nas ruas, é a tempestade perfeita.
Em termos.
Se acertam no varejo, trombam no essencial: o que anda para frente não se confunde com o cortejo empenhado em ir para trás.
O que as ruas reclamam não cabe no credo regressivo.
As ruas reclamam porque o país que emergiu na última década não cabe mais nos limites do atual sistema político.
A resposta é mais democracia.
Mas os 'liberais' são contra o plebiscito da reforma política; rejeitam referendos ('chavismo') e demonizam a simples menção a uma Constituinte.
As ruas reclamam porque ainda não encontram acolhida na infraestrutura secularmente planejada para 30% da população.
A resposta é mais investimento público; melhor planejamento urbano; maior presença do Estado na economia.
E o que eles propõem?
Dobrar a aposta no arrocho fiscal e no Estado mínimo.
As ruas reclamam porque não tem expressão no esquizofrênico ambiente de um sistema de comunicação que exacerba e distorce a natureza dos desafios brasileiros, ao mesmo tempo em que interdita o debate e veta as respostas progressistas a eles.
A opção é a regulação democrática do sistema de comunicação, para que se torne mais ecumênico e plural (*leia a programação dos protestos contra o monopólio da Globo, no dia 11, ao final desta nota). Romper o monopólio para eles é sinônimo de autoritarismo...
O fato de a revista ‘Veja’ ter recorrido ao rudimentar expediente de forjar um ‘líder biônico dos protestos’, um desses militantes da causa ‘bíceps & figurante da Globo’ (assim elucidado pela investigação demolidora do blogue Tijolaço), diz muito da dificuldade conservadora em acomodar multidões no seu ideário.
Não é uma dificuldade conjuntural.
A entrevista forjada nas ‘páginas amarelas’ guarda sintonia com a ideia de plebiscito preconizada na capa seguinte do mesmo veículo.
Ali desaparece o figurante da democracia para emergir o ideário que o anima: a proposta de plebiscito de 'Veja' inclui uma consulta para cassar o direito de voto "de quem recebe dinheiro do governo".
Quem?
Os 14 milhões de lares beneficiados pelo Bolsa Família e outros programas sociais.
Algo como uns 25 milhões de eleitores mais pobres do país.
O expurgo dos pobres da cabine eleitoral é uma velha aspiração conservadora.
Na Constituinte, abortada, de 1823, que deveria elaborar a 1ª Carta pós- Independência, propunha-se que o voto fosse uma derivação da propriedade da terra.
O recorte mínimo para obter ‘o título de eleitor’ seria uma renda equivalente a 150 alqueires de mandioca.
'Veja' não é um ponto fora da curva.
O pensamento amarelecido expresso em páginas graficamente modernas prossegue a tradição obscurantista de um país que deixou de ser colônia, sem abdicar da senzala.
Em 1888, quando libertou os negros, negou-lhes a cidadania ao descartar uma reforma agrária que os inserisse no mercado e na sociedade (cento e vinte e cinco anos depois, a reforma agrária continua demonizada nas páginas de 'Veja').
Abolição feita, o grau de instrução virou a mandioca da vez: analfabetos foram impedidos de frequentar a cabine eleitoral até quase o final do século 20.
Foi só em 1988, com a Constituinte Cidadã, que o Brasil universalizou o direito ao voto.
A contragosto, diga-se, da turma que agora pretende restituir a Constituição da mandioca, expurgando novamente os pobres da cabine eleitoral.
O Brasil, portanto, tem razões para não aceitar que a regressão fale em seu nome.
A desigualdade entre nós ainda grita alto em qualquer competição mundial.
Mas entre 2003 e 2011, o crescimento da renda dos 20% mais pobres superou o dos BRICs, exceto China. (Fonte: Ipea).
O Brasil foi o país que melhor utilizou o crescimento econômico dos últimos cinco anos para elevar o padrão de vida e o bem-estar da população, graças às políticas públicas deliberadamente voltadas aos mais pobres. (Fonte: consultoria Boston Consulting Group, que comparou indicadores de 150 países).
A narrativa conservadora sempre desdenhou da dinâmica estruturante embutida nesse degelo social.
Ou isso, ou aquilo.
Ou se reconhece os novos aceleradores do desenvolvimento ou o alarde dos seus gargalos é descabido.
Ambos são reais.
O malabarismo está na pretensão de afinar multidões na rejeição ao ciclo que as gerou, despertou e agregou.
Esse contrassenso rebaixa e infantiliza o debate das escolhas que devem aprofundar a mutação em curso no país.
Milhões de famílias deixaram a exclusão rumo à cidadania nos últimos anos.
Há um deslocamento épico em marcha, que se pretende barrar com a falsificação de multidões retrógradas.
As jornadas do dia 11 sairão vitoriosas se deixarem claro que as ruas dispensam os heróis de ‘Veja’ de falarem em seu nome.
Partidos, sindicatos e movimentos sociais não podem mimetizar a dissipação da qual se alimenta o canibalismo retrógrado.
No dia 11, o Brasil deve expressar sua diversidade.
Mas, sobretudo, emoldura-la em uma agenda comum.
Para libertar a rua do sequestro conservador. E o futuro do país também.
ALGUNS ATOS PREVISTOS PARA O DIA 11
PT convoca manifestação em São Paulo, às 12 hs, no vão livre do MASP, na avenida Paulista.
ATOS CONTRA O MONOPÓLIO DA GLOBO
São Paulo (SP): Concentração às 17h na Praça General Gentil Falcão (Estação de trem Berrini) e depois rumo à Globo.
Extraído do site: www.pt.org.br
Por: Lídia - Secretária de Comunicação do DM do PT
Para além das justas reivindicações corporativas e setoriais, cabe-lhes repor a moldura da disputa política em curso no país.
Um ciclo de crescimento se esgota; outro terá que ser construído.
Não erguer pontes entre as demandas pontuais e a travessia de um tempo histórico pode ser fatal nesse momento.
O alarido das manifestações de junho não é a causa.
Mas adicionou consequências, e limites, à tentação de se adiar a pactuação das linhas de passagem que devem pavimentar o passo seguinte desenvolvimento.
Por linhas de passagem entenda-se a correlação de forças, as circunstancias objetivas, as metas, recursos e o escalonamento das prioridades.
Vivemos um aquecimento: 2014 será o pontapé oficial.
As jornadas do dia 11 não podem perder de vista a urgência de se organizar o time progressista.
O adversário conta com uma vantagem: o calendário mundial trabalha a seu favor.
A recuperação norte-americana apenas se esboça.
Mas já é precificada pelos gestores do dinheiro grosso, aqui e alhures.
Sinais positivos nos EUA ampliam as rotas de fuga para investidores e rentistas.
Vale dizer, reforçam o poder de chantagem contra Estados, governos, partidos, anseios e plataformas progressistas.
É o que evidencia o jogral da finança global.
O custo do desenvolvimento vai subir, avisam a ‘The Economist’, ‘Financial Times’ e assemelhados locais, enquanto pedem um pagamento antecipado em ‘reformas liberais’.
Editoriais e goelas demotucanas voltaram a pontificar intensamente. Será preciso subir ainda mais o juro aqui, para conter a inflação decorrente da valorização do dólar, e manter o diferencial atraente, quando o Fed elevar a taxa norte-americana.
O ambiente externo favorece a ladainha ortodoxa.
Atingidas pela desaceleração do apetite chinês, as receitas cambiais do país recuam, a exemplo do que ocorre em outros exportadores de matérias-primas.
Vulgarizadores do credo neoliberal celebram: com as multidões nas ruas, é a tempestade perfeita.
Em termos.
Se acertam no varejo, trombam no essencial: o que anda para frente não se confunde com o cortejo empenhado em ir para trás.
O que as ruas reclamam não cabe no credo regressivo.
As ruas reclamam porque o país que emergiu na última década não cabe mais nos limites do atual sistema político.
A resposta é mais democracia.
Mas os 'liberais' são contra o plebiscito da reforma política; rejeitam referendos ('chavismo') e demonizam a simples menção a uma Constituinte.
As ruas reclamam porque ainda não encontram acolhida na infraestrutura secularmente planejada para 30% da população.
A resposta é mais investimento público; melhor planejamento urbano; maior presença do Estado na economia.
E o que eles propõem?
Dobrar a aposta no arrocho fiscal e no Estado mínimo.
As ruas reclamam porque não tem expressão no esquizofrênico ambiente de um sistema de comunicação que exacerba e distorce a natureza dos desafios brasileiros, ao mesmo tempo em que interdita o debate e veta as respostas progressistas a eles.
A opção é a regulação democrática do sistema de comunicação, para que se torne mais ecumênico e plural (*leia a programação dos protestos contra o monopólio da Globo, no dia 11, ao final desta nota). Romper o monopólio para eles é sinônimo de autoritarismo...
O fato de a revista ‘Veja’ ter recorrido ao rudimentar expediente de forjar um ‘líder biônico dos protestos’, um desses militantes da causa ‘bíceps & figurante da Globo’ (assim elucidado pela investigação demolidora do blogue Tijolaço), diz muito da dificuldade conservadora em acomodar multidões no seu ideário.
Não é uma dificuldade conjuntural.
A entrevista forjada nas ‘páginas amarelas’ guarda sintonia com a ideia de plebiscito preconizada na capa seguinte do mesmo veículo.
Ali desaparece o figurante da democracia para emergir o ideário que o anima: a proposta de plebiscito de 'Veja' inclui uma consulta para cassar o direito de voto "de quem recebe dinheiro do governo".
Quem?
Os 14 milhões de lares beneficiados pelo Bolsa Família e outros programas sociais.
Algo como uns 25 milhões de eleitores mais pobres do país.
O expurgo dos pobres da cabine eleitoral é uma velha aspiração conservadora.
Na Constituinte, abortada, de 1823, que deveria elaborar a 1ª Carta pós- Independência, propunha-se que o voto fosse uma derivação da propriedade da terra.
O recorte mínimo para obter ‘o título de eleitor’ seria uma renda equivalente a 150 alqueires de mandioca.
'Veja' não é um ponto fora da curva.
O pensamento amarelecido expresso em páginas graficamente modernas prossegue a tradição obscurantista de um país que deixou de ser colônia, sem abdicar da senzala.
Em 1888, quando libertou os negros, negou-lhes a cidadania ao descartar uma reforma agrária que os inserisse no mercado e na sociedade (cento e vinte e cinco anos depois, a reforma agrária continua demonizada nas páginas de 'Veja').
Abolição feita, o grau de instrução virou a mandioca da vez: analfabetos foram impedidos de frequentar a cabine eleitoral até quase o final do século 20.
Foi só em 1988, com a Constituinte Cidadã, que o Brasil universalizou o direito ao voto.
A contragosto, diga-se, da turma que agora pretende restituir a Constituição da mandioca, expurgando novamente os pobres da cabine eleitoral.
O Brasil, portanto, tem razões para não aceitar que a regressão fale em seu nome.
A desigualdade entre nós ainda grita alto em qualquer competição mundial.
Mas entre 2003 e 2011, o crescimento da renda dos 20% mais pobres superou o dos BRICs, exceto China. (Fonte: Ipea).
O Brasil foi o país que melhor utilizou o crescimento econômico dos últimos cinco anos para elevar o padrão de vida e o bem-estar da população, graças às políticas públicas deliberadamente voltadas aos mais pobres. (Fonte: consultoria Boston Consulting Group, que comparou indicadores de 150 países).
A narrativa conservadora sempre desdenhou da dinâmica estruturante embutida nesse degelo social.
Ou isso, ou aquilo.
Ou se reconhece os novos aceleradores do desenvolvimento ou o alarde dos seus gargalos é descabido.
Ambos são reais.
O malabarismo está na pretensão de afinar multidões na rejeição ao ciclo que as gerou, despertou e agregou.
Esse contrassenso rebaixa e infantiliza o debate das escolhas que devem aprofundar a mutação em curso no país.
Milhões de famílias deixaram a exclusão rumo à cidadania nos últimos anos.
Há um deslocamento épico em marcha, que se pretende barrar com a falsificação de multidões retrógradas.
As jornadas do dia 11 sairão vitoriosas se deixarem claro que as ruas dispensam os heróis de ‘Veja’ de falarem em seu nome.
Partidos, sindicatos e movimentos sociais não podem mimetizar a dissipação da qual se alimenta o canibalismo retrógrado.
No dia 11, o Brasil deve expressar sua diversidade.
Mas, sobretudo, emoldura-la em uma agenda comum.
Para libertar a rua do sequestro conservador. E o futuro do país também.
ALGUNS ATOS PREVISTOS PARA O DIA 11
PT convoca manifestação em São Paulo, às 12 hs, no vão livre do MASP, na avenida Paulista.
ATOS CONTRA O MONOPÓLIO DA GLOBO
São Paulo (SP): Concentração às 17h na Praça General Gentil Falcão (Estação de trem Berrini) e depois rumo à Globo.
sexta-feira, 5 de julho de 2013
Leia documento aprovado pelos membros da CEN durante reunião realizada nesta quinta-feira (4), em Brasília
sexta-feira, 28 de junho de 2013
Executiva Nacional do PT decide engajamento no plebiscito
Devemos compreender que o plebiscito na forma que em que foi apresentado pela Presidenta Dilma retoma a iniciativa política para construir avanços democráticos com participação popular. A Presidenta Dilma colocou no centro da agenda nacional a questão democrática. É por isso que a decisão da Executiva é um marco e uma correspondência necessária do PT como principal força de esquerda do país.
A esse primeiro passo devem seguir outros na mesma direção que implicam em formação de frentes sociais e políticas em torno a bandeiras comuns com o objetivo de construir, na questão democrática, uma maioria social. Conquistar essa maioria implica, além disso, em regras democráticas que, em si mesmas, já prenunciem os novos marcos de uma política que reflita a soberania popular e o afastamento do poder econômico e dos meios de comunicação a ele associados sobre as decisões políticas.
Em um tempo curto – e graças às mobilizações populares e à existência de um governo democrático de esquerda presidido por Dilma Roussef que interpreta e dialoga com essas mobilizações extraindo um desdobramento o mais democrático possível – estaremos decidindo mudanças no sistema político. É possível vislumbrar um grande processo de mobilização social e uma grande disputa entre campos de interesses e de projetos para o Brasil. Da nossa parte devemos ter todo empenho em retomar diálogos enfraquecidos, recompor laços com os movimentos sociais e com forças políticas de esquerda e progressistas, e, sobretudo, buscar avançar em formas de organização com participação popular.
É um grande desafio e precisamos vencê-lo!
Carlos Henrique Árabe, Secretário Nacional de Formação Política do PT
quinta-feira, 20 de junho de 2013
NOTA DA EXECUTIVA ESTADUAL DO PT DO ESTADO DE SÃO PAULO
A respeito das manifestações que tomam as ruas da cidade de São Paulo, A EXECUTIVA ESTADUAL DO PT VEM A PÚBLICO FORMALIZAR SUA POSIÇÃO EM REUNIÃO ORDINÁRIA REALIZADA EM 17 DE JUNHO DE 2013.O PT nasceu dos movimentos sociais. Nascemos como instrumento de luta por uma sociedade igualitária e sem nenhuma forma de discriminação e preconceito. A nossa história foi construída na defesa dos movimentos sociais e de suas legítimas manifestações.O Partido dos Trabalhadores do estado de São Paulo repudia a violência da Polícia Militar do Governo Alckmin e exige a devida apuração dos fatos, bem como que os responsáveis sejam punidos.O PT estadual ratifica o conteúdo da nota publicada pela Executiva Municipal do PT da Capital.Os governos Lula e Dilma implantaram em nosso país um modelo de desenvolvimento econômico e social que proporcionou a maior revolução social da nossa história e uma das maiores do mundo. São 36 milhões de brasileiros que saíram da miséria e outros 40 milhões que ascenderam socialmente. O Brasil gerou 19 milhões de empregos na última década, a juventude brasileira teve acesso a programas que criaram perspectivas de futuro, 1,2 milhão de jovens que tiveram acesso ao ProUni. Na contramão do mundo, o Brasil apresentou queda vertiginosa no desemprego de jovens de 22% para 13%. Hoje o Brasil é referência para grandes potências no enfrentamento à crise internacional com capacidade de gerar justiça social. Rompemos com a submissão internacional e os governos Lula e Dilma deram início à construção da autoestima do povo brasileiro.Reconhecemos que a construção desse projeto de nação não significa a superação de todos os nossos problemas e contradições. Um dos graves problemas a serem enfrentados é o desordenado modelo de desenvolvimento urbano que gerou cidades e concentrações urbanas que hoje são cenários de injustiças e conflitos. Nas regiões metropolitanas, o transporte público é uma das principais demandas a serem enfrentadas junto com o trânsito, a moradia, as enchentes, a violência, entre outras manifestações do descaso governamental de décadas.O transporte público de qualidade e a democratização ao seu acesso sempre foram grandes bandeiras do Partido dos Trabalhadores e dos movimentos sociais. Temos convicção que é necessário repensar o atual modelo de transporte público nas regiões metropolitanas. É necessário que se crie as condições para que haja uma mudança estrutural na regulamentação do setor, envolvendo municípios, estados e União para que o transporte de qualidade seja um direito de toda a população, principalmente dos setores mais fragilizados da nossa sociedade. O Governo Dilma já teve iniciativas importantes como a desoneração do setor que reduziu o custo do transporte público no Brasil.O Partido dos Trabalhadores manifesta sua total confiança no governo do prefeito Fernando Haddad (PT) que ainda não teve tempo hábil para pôr em prática seu programa de governo, tampouco fazer as mudanças que pretende na área dos transportes, as quais foram compartilhadas com população durante campanha eleitoral. Ao autorizar o atual aumento do preço das passagens, o governo municipal ponderou sobre o impacto no orçamento dos usuários do sistema e não repassou integralmente a defasagem do período. O desenvolvimento do governo Haddad vai estabelecer mudanças no sistema de transporte da cidade democratizando o acesso.A história do prefeito Fernando Haddad é a história de um gestor, intelectual e militante comprometido com a democracia e com os movimentos sociais, não havendo, assim, qualquer dúvida das suas opções políticas.A atual crise que é vivenciada pela cidade de São Paulo será equacionada pelo diálogo. É hora das lideranças vinculadas aos movimentos sociais se abrirem ao debate de posições. Os movimentos encontrarão na Prefeitura um líder democrático e disposto a construir coletivamente um novo modelo de transporte para a cidade de São Paulo.O PT não compactua com qualquer tipo de violência, praticada por setores que tentam tirar proveito das manifestações para propagar o caos.Defendemos um diálogo permanente para que se construam soluções para os problemas históricos enfrentados na área do transporte público, assim como demais demandas urbanas.A Direção do PT do estado de São Paulo convoca toda a sua militância a trabalhar para a construção de espaços de diálogos, instituindo o ambiente democrático popular para a superação das contradições pautadas pelos movimentos sociais. A Direção do PT também convoca seus filiados e militantes a defenderem os movimentos sociais e suas legítimas manifestações, também cumprindo nosso papel histórico de liderar os movimentos pela construção de uma sociedade justa e igualitária, inspirada no sonho de uma sociedade socialista.Executiva Estadual do PT-SPSão Paulo, 17 de junho de 2013
NOTA DO PT SOBRE O TRANSPORTE PÚBLICO

Ministra vai trabalhar contra projeto da “cura gay”
POSTADO Por LILIANA EM 19 JUNHO, 2013
TAGGED AS CURA, GAY
quarta-feira, 19 de junho de 2013
São Paulo, 17 de junho de 2013: a farsa e o pacto
sábado, 25 de maio de 2013
Reunião da Micro será no Dia 26/05
Lídia - Secretária de Comunicação
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Paulo Teixeira: “O PT não pode ter o mesmo raciocínio do governo"
Um partido que não se atenha apenas à pauta governamental e entre firme na discussão de temas por vezes polêmicos, como os direitos de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros (LGBTs) e indígenas. Essa foi a defesa feita pelo deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) na noite de segunda-feira (19), durante o lançamento, em Curitiba, de sua candidatura à presidência nacional do PT.
Teixeira é candidato pela Mensagem ao Partido, agrupamento político que reúne diversas tendências do PT, incluindo a Democracia Socialista, da qual fazem parte o deputado federal Dr. Rosinha (PT-PR), o deputado estadual Professor Lemos e a vereadora de Curitiba Professora Josete, todos presentes no lançamento.
Apesar de defender a governabilidade e política de alianças do Governo Federal (“A esquerda, se não fizer alianças, dança”), Teixeira sustentou em vários momentos a necessidade de um distanciamento entre o PT, como partido, e o Planalto.
“O PT não pode ter o mesmo raciocínio do governo. O PT não pode dizer que não vai fazer a luta LGBT por medo dos conservadores. Ou enfrentar os ruralistas que querem parar a demarcação de terras indígenas. Cabe o PT tensionar. Muitas vezes vamos brigar, como partido, com gente que está na base do governo.”
Para Teixeira, é justamente essa visão de um partido protagonista, “sempre um tom acima do governo”, que está em jogo no próximo Processo de Eleição Direta (PED), que acontece em novembro.
“O próximo PED é um momento decisivo. Temos uma unidade dentro do PT, que é a unidade narrativa dos dez anos dos governos Lula e Dilma, da defesa daquilo que foi conquistado, da ruptura com o neoliberalismo. Mas no PT, dentro do PT, está nossa diferença com outras alas. Não se pode ser um partido só eleitoral”, exemplificou. “O PT que deu certo foi o PT que colocou todo mundo na mesma mesa e no embate de ideias avançou. O PT que dá errado é o da hegemonia, em que o campo majoritário esmaga o minoritário.”
Formação política
Um dos maiores gargalos do partido hoje, na opinião de Teixeira, é a formação política. Nas palavras dele, é preciso disputar “corações e mentes”.
“Hoje, nesse tema, estamos a anos-luz da época da fundação do PT. Quando eu tinha 18 anos, a gente fazia cartilha com mimeógrafo, colava cartaz com cola de farinha. Hoje, com todas as ferramentas, ficamos devendo.”
Para ele, o eleitorado brasileiro tem um vínculo forte com o PT, mas ao mesmo tempo é preciso manter um perene processo de formação e conscientização, para impedir que essa fatia da sociedade “namore” opções conservadoras.
“Eu acompanhei a campanha do Haddad ano passado em São Paulo. A gente ganhou a campanha no último dia. Deixamos uma parte do nosso eleitorado ‘namorar’ o Russomanno”, exemplificou.
Para os filiados, Teixeira defende uma participação interna e um compromisso mais intensos.
“Às vezes a gente precisa chegar no filiado e dizer: ‘Quanto custa uma cerveja? Você topa dar [o dinheiro de] uma cerveja para o Partido dos Trabalhadores? Porque se você não der, aquele cartaz ali vai sair do bolso de um empresário, que vai defender os interesses dele contra os seus interesses’. É nas finanças que nós vamos também discutir política.”
Congresso
O tamanho das diferentes “bancadas ideológicas” hoje dentro do Congresso foi outro alvo de críticas por parte de Paulo Teixeira. De acordo com seus cálculos, a bancada da esquerda hoje, “trabalhadores, sindicalistas e membros dos movimentos sociais”, não chega a 150 parlamentares. “O resto é dinheiro de banqueiro, de empresário, de ruralista.”
Por isso, de acordo com o deputado, é que se faz urgente uma reforma política, para “divorciar o dinheiro da política”. No entanto, Teixeira assegura que a reforma só é possível com a convocação de uma Assembleia Constituinte exclusiva para esse fim. “Quem está lá hoje, eleito por esse modelo, não quer mudar.”
Por ora, Teixeira sustenta no Congresso o foco na unidade da esquerda e centro-esquerda, num modelo semelhante à Frente Ampla no Uruguai. “O PT tem que se relacionar com o PDT, o PCdoB e o PSB nesse modelo. Eles não podem pensar que a gente quer hegemonizar o jogo sozinhos.”
Mídia
Teixeira ainda avaliou no encontro o atraso do governo para estabelecer um novo marco regulatório para a comunicação no país. Para ele, a presidente Dilma pode pensar que neste momento não é prudente comprar mais uma briga. “A Dilma acabou de brigar com banqueiro, para forçar a queda dos juros. Eu acompanhei a briga, foi quase terrorismo”, lembrou. “Ao mesmo tempo, essa é a hora em que o PT, como partido, precisa dizer: não, presidenta, a gente tem que comprar essa briga agora.”
No encontro, Teixeira ainda defendeu por duas vezes a revisão das regras para a distribuição da verba publicitária do governo. “Hoje, é como você ter um filho forte e um filho fraco e dizer que o filho forte vai comer muito e que o subnutrido vai comer pouco porque justamente é subnutrido”, ilustrou, aludindo ao fato de que a maior fatia dar verbas vão para as empresas de maior audiência. “É preciso ter um critério de ação afirmativa, para equilibrar o jogo, e nisso o PT precisa tensionar.”
terça-feira, 21 de maio de 2013
1ª Plenária de Debates
Agradecemos a presença de todos e todas e parabenizamos os Companheiros facilitadores, Dudu e Cláudio, pela excelente condução dos trabalhos!
Lídia - Secretária de Comunicação do DM do PT de Caraguatatuba
Emendas Parlamentares destinadas a Caraguatatuba
a. Do Deputado Federal Ricardo Berzoini do PT:
- 10º Festival da Tainha que ocorrerá entre os dias 05 a 09/07/2013 no Porto Novo;
- Construção de Praça Pública na Região Norte de Caraguatatuba;
- Aquisição de 1 (uma) ambulância para a Secretaria da Saúde, no valor de 90 mil reais. Cadastrado em 31/03/2013.
Requerimentos encaminhados pelo Vereador Lelau do PT
- Requerimento Nº 10/2013 de 06/02/2013
Requer do Executivo Municipal informações sobre o Projeto FIDA, de responsabilidade da Secretaria de Esportes;
- Requerimento Nº 11/2013 de 28/02/2013
- Requerimento Nº 12/2013 de 04/03/2013
- Requerimento Nº 13/2013 de 04/03/2013
- Requerimento Nº 19/2013 de 05/03/2013
- Requerimento Nº 29/2013 de 25/03/2013
Informes do Mandato do Vereador Lelau
- Fundação Casa ( Elaboração de projeto para oportunidade de trabalho para os Jovens que deixam a Fundação Casa - Resgatando os Jovens para Sociedade).
- Social - Direito de Todos - (O que o Município oferece para os cidadãos de baixa renda).
- Dia 07/06/13 a partir das 19hs Instituto Federal na Câmara Municipal - Diretor e Professor Adriano Barbosa
- Dia 20/06/13 a partir das 19hs Tráfico Humano no Litoral Norte e Caraguá (Diretoria de Ensino de Caraguatatuba) - Coordenador Pedagógico - Professor Amador Marcondes
quinta-feira, 9 de maio de 2013
domingo, 5 de maio de 2013
TSE absolve PT do mensalão. TSE escondeu decisão | Conversa Afiada
Muito boa leitura!
Lídia - Secretária de Comunicação






