QUADRO DE AVISOS

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QUADRO DE AVISOS:

Neste fim de semana acontecerá a Plenária Estadual de Mulheres PT/SP, “Rosangela Rigo, presente!” O encontro faz parte de um calendário nacional, sendo a Etapa temática Mulheres Petistas em preparação para o V Congresso Nacional do PT. Promovido pela Secretaria Estadual de Mulheres do PT, o encontro acontecerá na Colônia de Férias do Sindicato dos Químicos SP, em Caraguatatuba, de 15 a 17 de Maio. Debates sobre políticas públicas para mulheres no Governo Dilma e incentivo à participação da mulher no legislativo , darão o tom do encontro.

A programação terá início dia 15/05, às 20:30. Todos os filiados e simpatizantes do Partido dos Trabalhadores, estão convidados a participar desse momento de abertura com a presença da conferencista Priscila Siqueira falando sobre o Tráfico Internacional de Mulheres e o litoral norte do estado de São Paulo. A programação terá encerramento no domingo, dia 17/05, às 13h e o público interessado terá a oportunidade de participar ainda da plenária sobre Políticas Públicas para Mulheres e os desafios para o PT (sábado a partir de 14h30m), que contará com a presença da Ministra da Secretaria Especial de Políticas para Mulheres, Eleonora Menicucci, além da Deputada Federal Ana Perugini, a Deputada Estadual Marcia Lia, Denise Mota Dau (Secretária de Política para Mulheres da cidade de São Paulo), Silmara Conchão (Secretária de Política para Mulheres de Santo André) e Marta Domingues (Secretaria Estadual de Mulheres do PT/SP).






sábado, 25 de maio de 2013

Reunião da Micro será no Dia 26/05


Dia 26/05 está agendada uma reunião da Micro com a presença dos 4 Diretórios do Litoral, de representantes da Macro, Diretório Estadual e Nacional. Será às 9hs da manhã na Sede do PT Caraguá.
Foi tirado que cada Diretório apresentará um relatório falando sobre:

Desenvolvimento Econômico da Cidade;
Educação;
Segurança;
Meio Ambiente;
Saúde;
Avaliação dos investimentos do Governo Federal e Estadual na Região.

O Tema da nossa reunião será:

Como Construir uma Região com Desenvolvimento Sustentável e Justiça Social.

Vamos fazer um debate que possa contribuir com a construção do Plano de Governo 2014 para nossa Região.

Lídia - Secretária de Comunicação

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Paulo Teixeira: “O PT não pode ter o mesmo raciocínio do governo"




Do site do deputado Dr. Rosinha
21/05/2013 12:54

Um partido que não se atenha apenas à pauta governamental e entre firme na discussão de temas por vezes polêmicos, como os direitos de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros (LGBTs) e indígenas. Essa foi a defesa feita pelo deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) na noite de segunda-feira (19), durante o lançamento, em Curitiba, de sua candidatura à presidência nacional do PT.

Teixeira é candidato pela Mensagem ao Partido, agrupamento político que reúne diversas tendências do PT, incluindo a Democracia Socialista, da qual fazem parte o deputado federal Dr. Rosinha (PT-PR), o deputado estadual Professor Lemos e a vereadora de Curitiba Professora Josete, todos presentes no lançamento.

Apesar de defender a governabilidade e política de alianças do Governo Federal (“A esquerda, se não fizer alianças, dança”), Teixeira sustentou em vários momentos a necessidade de um distanciamento entre o PT, como partido, e o Planalto.

“O PT não pode ter o mesmo raciocínio do governo. O PT não pode dizer que não vai fazer a luta LGBT por medo dos conservadores. Ou enfrentar os ruralistas que querem parar a demarcação de terras indígenas. Cabe o PT tensionar. Muitas vezes vamos brigar, como partido, com gente que está na base do governo.”

Para Teixeira, é justamente essa visão de um partido protagonista, “sempre um tom acima do governo”, que está em jogo no próximo Processo de Eleição Direta (PED), que acontece em novembro.

“O próximo PED é um momento decisivo. Temos uma unidade dentro do PT, que é a unidade narrativa dos dez anos dos governos Lula e Dilma, da defesa daquilo que foi conquistado, da ruptura com o neoliberalismo. Mas no PT, dentro do PT, está nossa diferença com outras alas. Não se pode ser um partido só eleitoral”, exemplificou. “O PT que deu certo foi o PT que colocou todo mundo na mesma mesa e no embate de ideias avançou. O PT que dá errado é o da hegemonia, em que o campo majoritário esmaga o minoritário.”

Formação política

Um dos maiores gargalos do partido hoje, na opinião de Teixeira, é a formação política. Nas palavras dele, é preciso disputar “corações e mentes”.

“Hoje, nesse tema, estamos a anos-luz da época da fundação do PT. Quando eu tinha 18 anos, a gente fazia cartilha com mimeógrafo, colava cartaz com cola de farinha. Hoje, com todas as ferramentas, ficamos devendo.”

Para ele, o eleitorado brasileiro tem um vínculo forte com o PT, mas ao mesmo tempo é preciso manter um perene processo de formação e conscientização, para impedir que essa fatia da sociedade “namore” opções conservadoras.

“Eu acompanhei a campanha do Haddad ano passado em São Paulo. A gente ganhou a campanha no último dia. Deixamos uma parte do nosso eleitorado ‘namorar’ o Russomanno”, exemplificou.

Para os filiados, Teixeira defende uma participação interna e um compromisso mais intensos.

“Às vezes a gente precisa chegar no filiado e dizer: ‘Quanto custa uma cerveja? Você topa dar [o dinheiro de] uma cerveja para o Partido dos Trabalhadores? Porque se você não der, aquele cartaz ali vai sair do bolso de um empresário, que vai defender os interesses dele contra os seus interesses’. É nas finanças que nós vamos também discutir política.”

Congresso

O tamanho das diferentes “bancadas ideológicas” hoje dentro do Congresso foi outro alvo de críticas por parte de Paulo Teixeira. De acordo com seus cálculos, a bancada da esquerda hoje, “trabalhadores, sindicalistas e membros dos movimentos sociais”, não chega a 150 parlamentares. “O resto é dinheiro de banqueiro, de empresário, de ruralista.”

Por isso, de acordo com o deputado, é que se faz urgente uma reforma política, para “divorciar o dinheiro da política”. No entanto, Teixeira assegura que a reforma só é possível com a convocação de uma Assembleia Constituinte exclusiva para esse fim. “Quem está lá hoje, eleito por esse modelo, não quer mudar.”

Por ora, Teixeira sustenta no Congresso o foco na unidade da esquerda e centro-esquerda, num modelo semelhante à Frente Ampla no Uruguai. “O PT tem que se relacionar com o PDT, o PCdoB e o PSB nesse modelo. Eles não podem pensar que a gente quer hegemonizar o jogo sozinhos.”

Mídia

Teixeira ainda avaliou no encontro o atraso do governo para estabelecer um novo marco regulatório para a comunicação no país. Para ele, a presidente Dilma pode pensar que neste momento não é prudente comprar mais uma briga. “A Dilma acabou de brigar com banqueiro, para forçar a queda dos juros. Eu acompanhei a briga, foi quase terrorismo”, lembrou. “Ao mesmo tempo, essa é a hora em que o PT, como partido, precisa dizer: não, presidenta, a gente tem que comprar essa briga agora.”

No encontro, Teixeira ainda defendeu por duas vezes a revisão das regras para a distribuição da verba publicitária do governo. “Hoje, é como você ter um filho forte e um filho fraco e dizer que o filho forte vai comer muito e que o subnutrido vai comer pouco porque justamente é subnutrido”, ilustrou, aludindo ao fato de que a maior fatia dar verbas vão para as empresas de maior audiência. “É preciso ter um critério de ação afirmativa, para equilibrar o jogo, e nisso o PT precisa tensionar.”
Lídia - Secretária de Comunicação do DM de Caraguatatuba

terça-feira, 21 de maio de 2013

1ª Plenária de Debates



A Plenária do dia 19 foi muito proveitosa. Muitas sugestões foram dadas no sentido de se conseguir realmente a Construção Partidária e de se realizar um plano de ação organizado e participativo.
Notamos que muitos participantes tinham boas contribuições a fazer e isso fez com que o tempo fosse curto para que a dinâmica do evento fosse completa. Combinamos continuar com o debate numa outra oportunidade.


Agradecemos a presença de todos e todas e parabenizamos os Companheiros facilitadores, Dudu e Cláudio, pela excelente condução dos trabalhos!

Lídia - Secretária de Comunicação do DM do PT de Caraguatatuba

Emendas Parlamentares destinadas a Caraguatatuba

Projetos que já estão aprovados e que contaram com a atuação direta do Vereador Lelau do PT para a liberação de recursos, através de emendas parlamentares:

a. Do Deputado Federal Ricardo Berzoini do PT:

  • 10º Festival da Tainha que ocorrerá entre os dias 05 a 09/07/2013 no Porto Novo;
  • Construção de Praça Pública na Região Norte de Caraguatatuba;
b. Do Deputado Estadual Marcos Martins do PT:

  • Aquisição de 1 (uma) ambulância para a Secretaria da Saúde, no valor de 90 mil reais. Cadastrado em 31/03/2013.

Requerimentos encaminhados pelo Vereador Lelau do PT


  • Requerimento Nº 10/2013 de 06/02/2013

Requer do Executivo Municipal informações sobre o Projeto FIDA, de responsabilidade da Secretaria de Esportes;


  • Requerimento Nº 11/2013 de 28/02/2013
Requer do Executivo Municipal informações sobre as atividades do Banco Municipal de Alimentos, regulamentado pela Lei Nº 1548/2008;



  • Requerimento Nº 12/2013 de 04/03/2013
Requer do Executivo Municipal informações sobre a concessão dos serviços de Transporte Coletivo de passageiros;


  • Requerimento Nº 13/2013 de 04/03/2013
Requer do Executivo Municipal informações sobre atendimento à Lei Nº 1381/2007, que autoriza o Poder Executivo a criar espaço para manobras radicais por motocicletas e dá outras providências;


  • Requerimento Nº 19/2013 de 05/03/2013
Requer do Executivo Municipal informações sobre a existência de medidas de conscientização, prevenção e combate ao "bullying" nas Escolas Municipais de Educação Infantil e Ensino Fundamental;


  • Requerimento Nº 29/2013 de 25/03/2013
Requer do Executivo Municipal informações sobre o Projeto de Drenagem no Município.

Informes do Mandato do Vereador Lelau

Nosso Partido já realizou dois debates, sendo:


  • Fundação Casa ( Elaboração de projeto para oportunidade de trabalho para os Jovens que deixam a Fundação Casa - Resgatando os Jovens para Sociedade).
  • Social - Direito de Todos - (O que o Município oferece para os cidadãos de baixa renda).
E para o mês de Junho teremos mais dois!
  • Dia 07/06/13 a partir das 19hs Instituto Federal na Câmara Municipal - Diretor e Professor Adriano Barbosa
  • Dia 20/06/13 a partir das 19hs Tráfico Humano no Litoral Norte e Caraguá (Diretoria de Ensino de Caraguatatuba) - Coordenador Pedagógico - Professor Amador Marcondes
Convidamos a todos e todas para participarem desses eventos.

Lidia - Secretária de Comunicação do DM do PT de Caraguatatuba

quinta-feira, 9 de maio de 2013


Essa será uma oportunidade muito boa para nos conhecermos melhor e colocarmos nossas opiniões sobre assunto importante do nosso Partido.
Contamos com a presença de todos e todas.
Lídia - Secretária de Comunicação do DM do PT de Caraguá.

domingo, 5 de maio de 2013

TSE absolve PT do mensalão. TSE escondeu decisão | Conversa Afiada

TSE absolve PT do mensalão. TSE escondeu decisão | Conversa Afiada

Muito boa leitura!

Lídia - Secretária de Comunicação

SUGESTÃO PARA LEITURA.


SUGESTÃO PARA LEITURA.
PT se divide em 'eleitoreiro' e o da base, afirma Lula
Declarações do 'principal protagonista' do PT fazem parte do livro '10 Anos de Governos Pós-Neoliberais no Brasil: Lula e Dilma', coletânea de 23 artigos organizada pelo sociólogo Emir Sader que será lançada no dia 13
Dez anos de poder levaram à existência de dois PTs: o "eleitoreiro, parlamentar, o PT dos dirigentes", e o partido da "base, igualzinho ao que era em 1980", contrário às alianças política, mas ciente que, para ganhar, "tem que fazer acordos políticos". A análise é do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, criador da legenda que nasceu num colégio católico, em bairro nobre paulistano, e agora "precisa voltar a acreditar em valores (...) que foram banalizados por conta da disputa eleitoral", mas sem ser "sectário como no começo".
As declarações do "principal protagonista" do PT fazem parte do livro  "10 Anos de Governos Pós-Neoliberais no Brasil: Lula e Dilma", coletânea de 23 artigos organizada pelo sociólogo Emir Sader que será lançada no dia 13, em seminário no Centro Cultural São Paulo com participação da filósofa Marilena Chauí e do economista Marcio Pochmann, além do próprio Lula. Assinam os textos o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, o assessor especial da Presidência Marco Aurélio Garcia, o economista Luiz Gonzaga Belluzzo e o físico Luiz Pinguelli Rosa, entre outros.
O livro também traz uma entrevista inédita do ex-presidente, concedida em 14 de fevereiro. Estão lá não só frases de elogios aos mandatos petistas - como "outros países não conseguiram, em 30 anos, fazer o que nós conseguimos fazer em dez anos" -, mas também uma análise de Lula do quanto a chegada ao poder mudou o PT, e o que o partido deve fazer a respeito.
Nas 20 páginas da entrevista, só o próprio Lula menciona a palavra mensalão e cita "problemas com os companheiros" que tiveram de deixar o governo. Tanto os entrevistadores - Sader e o diretor da Faculdade de Ciências Sociais da América Latina (Flacso), Pablo Gentili - quanto o ex-presidente veem atuação política em setores da mídia brasileira.
Em meio à defesa de ações de sua gestão, como a criação de universidades federais, o aumento do salário mínimo e a "revolução na política externa" do País, o ex-presidente reconhece "tropeços" e "medidas erradas", como o programa do primeiro emprego. "Concluímos que essas coisas fictícias não funcionam. Pode ficar muito bom no discurso, mas o patrão só vai contratar um trabalhador se precisar dele. Nem o Estado contrata se não precisa", diz.
Carta de 2002
Ao lembrar a campanha de 2002 e a escolha do empresário José Alencar como vice, Lula afirma ter sido contra a Carta ao Povo Brasileiro - documento no qual se comprometia a manter contratos e a controlar a inflação e os gastos públicos -, mas admite sua importância para a vitória. "Eu era radicalmente contra a carta porque ela dizia coisas que eu não queria falar, mas hoje eu reconheço que ela foi extremamente importante."
Lula diz ter provado "que era plenamente possível crescer distribuindo renda" - o que seria, na linha mestra que conduz a coletânea, o principal contraponto aos oito anos de PSDB no poder. Procurada, a direção do PSDB não quis comentar a definição de governo neoliberal dada pelo livro.
Outra política
Ao pregar o diálogo entre diferentes forças políticas, Lula diz que seu medo "é que se passe a menosprezar o exercício da democracia e se comece a aplicar a ditadura de um partido sobre os demais". Hoje, o governo Dilma Rousseff enfrenta críticas por tentar aprovar uma lei partidária que prejudicaria potenciais adversários nas urnas de 2014, como a ex-senadora Marina Silva.
O ex-presidente defende as alianças feitas em nome da governabilidade e diz que o PT "mudou porque aprendeu a convivência democrática da diversidade". "Mas, em muitos momentos, o PT cometeu os mesmos desvios que criticava como coisas totalmente equivocadas nos outros partidos políticos", reconhece. "Você pode fazer o jogo político, pode fazer aliança política, pode fazer coalizão política, mas não precisa estabelecer uma relação promíscua para fazer política."
Nessa análise, Lula reafirma a bandeira por uma reforma política que institua o financiamento público de campanha e o voto em lista para o Legislativo. "Se o político não tiver dinheiro, não pode ser candidato, não tem como se eleger", afirma. "Às vezes, tenho a impressão que partido político é um negócio, quando, na verdade, deveria ser um item extremamente importante para a sociedade."

Lidia - Secretária de Comunicação do DM de Caraguatatuba